Ibovespa Ao Vivo: Bolsa cai e perde os 128 mil pontos

Ao Vivo - Acompanhe a Bolsa em tempo real: Ibovespa cai

Ibovespa hoje

  • Ibovespa cai aos 127,7 mil pontos, dólar comercial sobe a R$ 5,70 e juros futuros avançam.
  • Caem as ações de Vale (VALE3), Petrobras (PETR4), bancos e varejistas.
  • Preocupações do Fed crescem à medida que ameaças tarifárias de Trump aumentam.

Confira as últimas dos mercados

update 11h02

Investidores reduzem apostas de cortes de juros pelo BC britânico após dados de inflação

Investidores reduziam suas apostas sobre o ritmo dos cortes na taxa de juros pelo Banco da Inglaterra após um dado de inflação mais forte do que o esperado nesta quarta-feira, um dia depois que os números de crescimento salarial também sugeriram pressões persistentes de preços na economia. Os contratos futuros da taxa de juros estavam precificando cerca de 52 pontos-base de reduções até dezembro – o equivalente a pouco mais de dois cortes de 25 pontos-base. Isso se compara a mais de 60 pontos-base de cortes precificados no início desta semana. Os rendimentos dos títulos do governo britânico subiram, com o rendimento do gilt de 10 anos avançando 6 pontos-base no dia e atingindo a máxima de três semanas, a 4,62%. O UBS disse esperar agora que o Banco da Inglaterra mantenha um ritmo trimestral de cortes de juros em 2025, tendo previsto anteriormente que o banco central britânico cortaria os juros mais rapidamente no segundo semestre do ano. (Reuters)

update 11h01

Ibovespa alivia queda para 0,52%, aos 127.861,47 pontos

update 10h58

VXBR: índice de volatilidade na Bolsa brasileira sobe 2,98%, aos 14,53 pontos

update 10h55

Ifix, índice de fundos imobiliários, sobe 0,22%, aos 3.067,21 pontos

update 10h52

Com Ibovespa em queda, somente 22 ativos sobem; maiores ganhos são de USIM5 (+2,32%) e BEEF3 (+1,67%)

update 10h49

HSBC pretende cortar US$1,8 bilhão em custos até 2026

O HSBC disse nesta quarta-feira que pretende cortar US$1,8 bilhão em custos até o final do próximo ano, à medida que seu novo CEO reestrutura o banco para aumentar lucros em meio a políticas de juros divergentes e profundas mudanças geopolíticas. O banco registrou ganhos acima das expectativas do mercado em 2024 e anunciou uma nova recompra de ações no valor de US$2 bilhões, prevista para ser concluída antes de sua próxima divulgação de resultados. A empresa apresentou os resultados enquanto o presidente-executivo, Georges Elhedery, avança com uma dispendiosa reestruturação em um cenário de divergência nas políticas globais de juros, com a zona do euro indicando espaço para cortes, estabilidade nos Estados Unidos e expectativas de aumento no Japão. O HSBC, que obtém a maior parte de sua receita e lucro na Ásia, disse que seu desempenho em 2024 se deu em um panorama de “incerteza geopolítica significativa, intensificada por numerosas e importantes eleições em todo o mundo”.

update 10h43

Ações de Petrobras voltam para quedas; PETR3 cai 0,24% e PETR4 perde 0,16%

update 10h41

Apesar dos desafios, esperamos entregar receita 10% maior em 2025, diz CFO da XP

Em 2024, a receita bruta alcançou R$ 18 bilhões, crescimento de 15% em relação a 2023.

update 10h38

Ações de Petrobras viram para altas; PETR3 sobe 0,02% e PETR4 avança 0,08%

update 10h34

Tarcísio reage à denúncia contra Bolsonaro e nega envolvimento do aliado em suspeita

Na terça-feira, 18, Bolsonaro e outras 33 pessoas foram denunciadas pelo procurador Paulo Gonet no inquérito do golpe.

update 10h29

Grandes bancos caem até 1%; BBDC4 perde 1,23%, ITUB4 recua 1,23%, SANB11 perde 0,97% e BBAS3 recua 0,95%

update 10h28

Usiminas: BBA volta atrás e eleva USIM5 a compra com momentum positivo; ação sobe

Preço-alvo também foi elevado de R$ 7 para R$ 8,50, o que representa um potencial de alta de 41% em relação ao preço de fechamento de terça-feira de R$ 6,04.

update 10h24

Ações de siderúrgicas operam mistas; USIM5 sobe 2,65%, GOAU4 ganha 0,21%, CSNA3 perde 0,90% e GGBR4 cai 0,06%

update 10h23

Preocupações do Fed crescem à medida que ameaças tarifárias de Trump aumentam

As autoridades do Federal Reserve continuam incertas quanto ao impacto que as tarifas prometidas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, podem ter sobre a inflação, mas começaram a delinear riscos mais sérios para as cadeias de suprimentos, as expectativas da população e para os preços, à medida que o escopo dos planos para as taxas se torna mais claro. A guerra comercial deflagrada durante o primeiro mandato de Trump acabou levando o Fed a reduzir a taxa de juros porque, em vez de fomentar a inflação, as perspectivas de crescimento global e dos EUA começaram a se deteriorar. Porém, com um episódio de inflação alta ainda recente, com os consumidores gastando e com uma maior sensibilidade do Fed em relação a como as distorções no fornecimento podem criar uma inflação persistente, a abrangência e a extensão dos planos de Trump estão causando preocupação. A abordagem fragmentada do governo pode ser particularmente prejudicial, dizem as autoridades do Fed, à medida que as empresas e os consumidores se ajustam a uma perspectiva que parece imprevisível e preparada para preços mais altos. Até o momento, Trump aumentou as tarifas sobre os produtos chineses, adiou outras sobre México e Canadá, estabeleceu tarifas sobre aço e alumínio importados a partir do mês que vem e orientou sua equipe a elaborar tarifas para qualquer país que imponha barreiras sobre os produtos dos EUA. (Reuters)

update 10h20

Eletrobras recua nesta abertura: 0,73% (ELET3) e 0,36% (ELET6)

update 10h20

Ibovespa começa dia com queda generalizada de ativos

O Ibovespa opera com baixa nos primeiros negócios desta quarta-feira (19), aos 127,4 mil pontos, com investidores assimilando o novo anúncio tarifário do presidente dos EUA, Donald Trump, enquanto aguardam a divulgação da ata da mais recente reunião do Federal Reserve e, no Brasil, uma série de balanços corporativos do quarto trimestre. Quase todos os ativos do Ibov caem hoje, com destaque para Vale (VALE3), Petrobras (PETR4), grandes bancos e varejistas. O dólar comercial sobe a R$ 5,72, e os juros futuros (DIs) avançam por toda a curva. Trump afirmou na véspera que pretende impor tarifas sobre automóveis “em torno de 25%” e taxas de importações semelhantes sobre semicondutores e produtos farmacêuticos, acrescentando que as tarifas sobre automóveis serão aplicadas em 2 de abril. Ele não forneceu uma data para o anúncio das outras medidas. Durante a tarde, os investidores voltarão suas atenções para a ata da reunião de janeiro do Fed, a ser divulgada às 16h (horário de Brasília), em busca de indícios sobre como as autoridades viam as novas políticas comerciais do governo Trump em um encontro em que deixaram a taxa de juros inalterada. Na cena doméstica, o dia tem como destaque a publicação dos resultados trimestrais de diversas empresas após o fechamento dos mercados, incluindo Assaí, Banco do Brasil, Gerdau e Vale. Nos EUA, o Dow Jones Futuro opera com desvalorização de 0,20%, S&P500 cai 0,15% e Nasdaq Futuro recua 0,18%. (Felipe Alves)

update 10h20

Petrobras começa o dia com baixas de 0,83% (PETR3) e 0,65% (PETR4)

update 10h15

Varejistas caem nesta abertura: AMER3, -0,54%; AZZA3, -1,86%; BHIA3, -2,45%; CEAB3, -1,74%; LREN3, -0,71%; MGLU3, -1,82%; PETZ3, -1,81%

update 10h14

Ibovespa: apenas seis ativos sobem nesta manhã, com USIM5 liderando (+2,15%)

update 10h13

Supermercadistas começam dia de forma mista, após números do 4T24: CRFB3 sobe 1,07% e PCAR3 desce 4,44%

update 10h11

Hapvida (HAVP3) começa sessão com menos 1,62%, a R$ 2,43

update 10h10

Aéreas abrem dia com baixas: AZUL4 desce 1,53% e GOLL4 recua 1,33%

update 10h10

Ibovespa sai dos leilões com com queda de 0,90%, aos 127.373,31 pontos, mínima do dia

update 10h09

Banco Central informa primeira parcial PTAX com compra a R$ 5,7318 e venda a R$ 5,7324

update 10h08

Frigoríficos abrem a quarta-feira com quedas: BEEF3, -0,42%; BRFS3, -0,83%; JBSS3, -0,28%; MRFG3, -0,78%

update 10h07

Petro juniores inciam dia com baixas: PRIO3, -0,51%; RECV3, -0,94%; BRAV3, -0,25%

update 10h06

Embraer (EMBR3) começa sessão com queda de 0,45%, a R$ 60,21

update 10h05

Grandes bancos abrem com baixas: BBAS3, -0,71%; BBDC4, -1,07%; ITUB4, -0,63%; SANB11, -1,16%

update 10h05

B3 (B3SA3) começa dia com queda de 1,39%, a R$ 11,36

update 10h04

Vale (VALE3) inicia sessão com baixa de 0,83%, a R$ 55,25

update 10h02

Ibovespa abre, preliminarmente, com baixa de 0,03%, aos 128.489,51 pontos

update 10h01

Índice de Small Caps (SMLL) abre, preliminarmente, com queda de 0,06%, aos 1.926,17 pontos

update 9h53

Carrefour (CRFB3): resultados do 4T24 devem fica em segundo plano, em mio às conversas sobre deslistagem

“No geral, nossa impressão é neutra a ligeiramente negativa”, diz o Bradesco BBI sobre o 4T24 do Carrefour (CRFB3). “Acreditamos, no entanto, que os resultados do 4T24 devem ficar em segundo plano e não teriam grande impacto na ação enquanto a empresa e seu grupo controlador estão conduzindo a discussão para deslistar a CRFB3; transação esperada para ser concluída até o final do 2T25. O banco mantém classificação neutra para a ação, com preço-alvo de R$ 7.

update 9h53

Ibovespa futuro amplia queda, com -0,93%, aos 129.540 pontos

update 9h49

Dólar comercial renova máxima, com +0,53%, a R$ 5,719

update 9h44

Dólar tem leve alta com tarifas de Trump e ata do Fed em foco

O dólar à vista tem leve alta ante o real nesta quarta-feira, à medida que investidores avaliam os efeitos das novas promessas tarifárias do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e aguardam a divulgação da ata da reunião de janeiro do Federal Reserve. Na terça-feira, o dólar à vista fechou em baixa de 0,42%, a R$5,6887 — menor cotação de fechamento desde 7 de novembro de 2024. A sessão desta quarta-feira é novamente marcada por uma agenda vazia no Brasil, o que deve levar os investidores a voltarem suas atenções para o exterior, em busca de notícias sobre o novo governo dos EUA e em relação à trajetória da taxa de juros do Fed. Trump disse na véspera que pretende impor tarifas sobre automóveis de “em torno de 25%” e taxas de importações semelhantes sobre semicondutores e produtos farmacêuticos, na mais recente de uma série de medidas que ameaçam abalar o comércio internacional. Diferente das semanas que sucederam a vitória eleitoral de Trump, quando suas ameaças tarifárias provocaram grande volatilidade nos mercados globais, o anúncio da véspera pouco alterava a precificação de ativos ao redor do mundo. Isso ocorre porque os agentes financeiros têm cada vez mais interpretado que os planos tarifários de Trump são mais uma tática de negociação do que ameaças reais, o que segura movimentos maiores até que as tarifas de fato entrem em vigor. “Nesse momento, os mercados não reagem com uma aversão ao risco, com uma busca pelo dólar, como seria se fosse uma tarifa imediata, porém a gente não pode descartar a possibilidade disso entrar em vigor daqui a algumas semanas ou meses”, disse Leonel Mattos, analista de Inteligência de Mercado da StoneX. (Reuters)

update 9h36

ADRs PBRA e PBR da Petrobras sobem, respectivamente, 0,07%, a US$ 13,49, e 0,07%, a US$ 14,77 no pré-mercado

update 9h35

Com juros altos, gigantes como Cosan, Simpar e Assaí pisam no freio nos investimentos

Executivos reduzem ritmo de expansão e aguardam cenário político mais favorável em 2026.

update 9h32

GPA (PCAR3): entregando o “entregável” no 4T24

Segundo o Itaú BBA, o GPA (PCAR3) “inegavelmente detém um dos modelos de negócios mais resilientes em águas macroeconômicas turbulentas”. O banco entende que “sua natureza de renda mais alta e não discricionária provavelmente ajudou a bandeira do Pão a entregar um sólido SSS de +10% no 4T24 (aceleração de 5,5 p.p. vs. 3T24)”. A margem bruta melhorou 20 bps e o Ebitda (pré-IFRS) 200 bps ano a ano, com Ebitda nominal de R$ 286 milhões correspondendo à orientação de lucratividade da empresa para o ano. “Operacionalmente falando, a empresa continua a entregar uma recuperação sólida e fazendo o que é possível para retomar a geração de FCF”, diz. “Infelizmente, a alta alavancagem e contingências continuam como ventos contrários relevantes”. Para o BBA, o GPA “continua sendo um caso de gerenciamento para continuar melhorando a lucratividade enquanto fazem o melhor para amortizar pressões não operacionais”. A classificação é market perform (semelhante a neutra)m com preço-alvo de R$ 3,70.

update 9h29

ADRs da Vale caem 0,41%, a US$ 9,77, no pré-mercado

update 9h27

BCE se aproxima de pausa em cortes de juros, diz Schnabel

O Banco Central Europeu está se aproximando de uma pausa nos cortes de juros, já que não está mais claro que a política monetária continua restritiva e os aumentos nos preços da energia elevam os riscos de inflação, disse Isabel Schnabel, membro da diretoria do BCE, ao Financial Times. O BCE cortou os juros cinco vezes desde junho passado e os mercados preveem outros três cortes este ano, dada a moderação das pressões sobre os preços. Mas algumas autoridades, como Schnabel, têm se manifestado cada vez mais sobre a necessidade de cautela. “Estamos nos aproximando do ponto em que talvez tenhamos que pausar ou interromper nossos cortes nos juros”, disse Schnabel segundo o FT desta quarta-feira. “Não estou dizendo que já chegamos lá. Mas temos que iniciar a discussão.” Parte da questão é que, a 2,75%, a taxa de depósito do BCE pode não estar mais restringindo a atividade econômica, embora a inflação ainda não tenha voltado à meta de 2%. O BCE já removeu uma referência ao fato de querer manter a política “restritiva”, o que alimentou um debate sobre onde termina a restrição, um nível difícil de definir e sobretudo subjetivo. (Reuters)

update 9h23

Iguatemi (IGTI11): resultados do 4T24 foram bons e atenderam ao guidance, destaca banco

Os resultados da Iguatemi (IGTI11) foram considerados bons pelo Bradesco BBI, atendendo à orientação da empresa para 2024. Um novo guidance foi fornecido para 2025, “o que é importante, pois melhora a visibilidade dos resultados”. O BBI destaca “vendas fortes”, crescendo 11% anualmente, SSR de mais 7,6% anualmente, crescimento real de 5,9%, vs. SAR em 6,0%, “indicando que as lojas existentes estão aumentando o aluguel mais rápido do que as novas lojas e com uma lacuna significativa para o SAS (+11% ano a ano) – sugerindo espaço para uma recuperação do aluguel”; e custo de ocupação de 10,5%, 0,7 pp abaixo da média do 4T24. “No geral, os resultados reforçam as tendências operacionais e financeiras positivas da empresa”, conclui. A classificação para a ação é outperform (equivalente à compra), com preço-alvo de R$ 26.

update 9h23

Dólar comercial volta para alta, com +0,22%, a R$ 5,700

update 9h19

Ibovespa futuro renova mínima, com -0,62%, aos 129.950 pontos

update 9h15

Dólar comercial vira para queda de 0,02%, a R$ 5,687

update 9h14

DIs: juros futuros começam o dia de forma mista

Taxa (%) Variação (pp)
DI1F26 14,675 0,000
DI1F27 14,535 -0,025
DI1F28 14,315 -0,040
DI1F29 14,280 -0,035
DI1F31 14,290 -0,020
DI1F33 14,250 0,000
DI1F35 14,200 0,010
update 9h09

Bitcoin Futuro (BITFUT) inicia sessão com avanço de 1,62%, aos 550.860,00

update 9h08

Ao equilibrar riscos e recompensas, a China deve deixar as taxas de empréstimo inalteradas em fevereiro

A China deve deixar suas taxas referenciais de empréstimo inalteradas na quinta-feira, de acordo com uma pesquisa da Reuters, já que as autoridades estão em uma linha tênue entre priorizar a estabilidade financeira e fornecer mais estímulos em um momento em que Pequim está enfrentando novas tensões comerciais. O banco central adotou uma abordagem cautelosa na recente injeção de dinheiro, apesar da mudança para uma postura de política monetária “apropriadamente frouxa” neste ano, já que a fraqueza do iuan e o estreitamento das margens de lucro líquido dos credores limitam seus esforços de afrouxamento. A taxa primária de empréstimos (LPR), normalmente cobrada dos melhores clientes dos bancos, é calculada todos os meses depois que 20 bancos comerciais designados enviam as taxas propostas ao Banco do Povo da China. Em uma pesquisa da Reuters com 30 observadores do mercado realizada esta semana, todos os entrevistados esperavam que as LPRs de um ano e de cinco anos permanecessem estáveis. (Reuters)

update 9h07

Minidólar com vencimento em março (WDOH25) começa o dia com alta de 0,03%, cotado a 5.701,00

update 9h06

Mini-índice com vencimento em abril (WINJ25) abre com queda de 0,42%, aos 130.800 pontos

update 9h04

Dólar comercial abre em alta de 0,28%, cotado a R$ 5,704 na compra e a R$ 5,705 na venda

update 9h01

Dólar futuro abre em alta de 0,25%, cotado aos 5.714,50 pontos

update 9h00

Ibovespa futuro abre em queda de 0,27%, cotado aos 130.410 pontos

update 8h58

Moraes vira alvo na Justiça dos EUA em ação conjunta de empresa de Trump e Rumble

Rumble é uma plataforma para o compartilhamento de vídeos que funciona de forma similar ao YouTube.

update 8h55

Arena Trader XP: Day Trade ao vivo com Alex Carvalho

update 8h46

Fraqueza da economia da zona do euro representa risco de baixa para a inflação, diz membro do BCE

A fraqueza da economia na zona do euro apresenta riscos de baixa para a inflação, disse o membro do Banco Central Europeu Fabio Panetta nesta quarta-feira, acrescentando que os riscos de alta para os preços vêm principalmente da energia. “Os sinais de fraqueza na economia da zona do euro são mais persistentes do que esperávamos”, disse Panetta, membro do Conselho do BCE, em uma mensagem online para a associação bancária italiana ABI. O BCE esperava uma recuperação impulsionada pelo consumo que não se concretizou, acrescentou ele. (Reuters)

update 8h44

Mini-índice (WINJ25): confira os pontos de suporte e resistência nesta quarta (19)

update 8h41

Minidólar (WDOH25): Confira os pontos de suporte e resistência para esta quarta (19)

update 8h40

Panetta, do BCE, diz que Europa deve considerar simplificação de regulações bancárias

A Europa deve evitar a regulação excessiva de bancos e também pode considerar a simplificação das regras existentes, disse Fabio Panetta, membro do Banco Central Europeu, nesta quarta-feira. Dirigindo-se ao comitê de direção da Associação Bancária Italiana, Panetta disse que é importante observar as primeiras medidas reais que o governo dos Estados Unidos tomará depois de pedir pela desregulação do setor bancário e pela normalização das criptomoedas. “Os Estados Unidos estão se preparando para desregular, possivelmente em excesso, e a Europa continua regulando, possivelmente em excesso”, disse Panetta. Se os EUA adotarem uma ampla desregulação, a Europa deve evitar fazer o mesmo. Entretanto, ela também deve considerar a simplificação do conjunto de regulações bancárias existentes, disse Panetta, acrescentando que escreveu à Comissão Europeia com três outros membros do BCE sobre o assunto. (Reuters)

update 8h38

XP: Oportunidades de swing trade para hoje, por Gilberto Coelho

update 8h36

China promete laços “confiáveis” com América Latina enquanto Trump faz exigências

A China sempre será amiga e parceira “confiável” da América Latina, disse seu ministro das Relações Exteriores à colega boliviana, conforme Pequim procura melhorar sua posição em uma região historicamente sob a esfera de influência dos Estados Unidos. “A América Latina é o lar do povo latino-americano e não é o ‘quintal’ de nenhum país”, disse o ministro das Relações Exteriores da China, Wang Yi, durante reunião nas Nações Unidas na terça-feira, de acordo com um comunicado de seu ministério. A China quer “elevar continuamente a parceria estratégica China-Bolívia”, disse Wang à ministra das Relações Exteriores da Bolívia, Celinda Sosa. A Bolívia, que estabeleceu laços diplomáticos com Pequim em 1985, está entre os muitos países da América do Sul que se uniram economicamente à China por meio de dívidas e investimentos. O país rico em recursos naturais deve à China, o maior credor bilateral do mundo, mais de US$1,7 bilhão, de acordo com dados do Banco Mundial. (Reuters)

update 8h35

Magazine Luiza (MGLU3) dispara 18% em 2025: até onde vai a alta das ações da empresa?

Ações da Magazine Luiza testam resistência técnica; mercado observa próximos passos.

update 8h34

Bolsonaro diz que delação de Mauro Cid é “fantasiosa” e nega tentativa de golpe

O procurador-geral da República Paulo Gonet denunciou Bolsonaro como líder do plano de golpe para se manter no poder após a derrota nas eleições de 2022.

update 8h34

Índice EWZ sobe 0,38% na pré-abertura dos EUA

update 8h30

B3 reduz horário de funcionamento a partir de março; veja como fica

Mudança se dá por conta do início do horário de verão nos EUA e na Europa, e afeta ações, derivativos e contratos futuros, evertendo ampliação feita em novembro.

update 8h27

Japão vê recuperação econômica moderada, cauteloso com as tarifas de Trump

O governo japonês manteve nesta quarta-feira sua opinião de que a economia está se recuperando moderadamente, mas apontou as políticas comerciais dos Estados Unidos como fatores a serem observados, já que as propostas do presidente Donald Trump sobre tarifas lançam incertezas sobre as perspectivas econômicas. Em seu relatório econômico mensal de fevereiro, o Escritório do Gabinete manteve sua avaliação econômica geral pelo sétimo mês consecutivo, uma vez que a inflação persistente, principalmente de itens do dia a dia, diminui o apetite do consumidor. “Embora dados tenham mostrado que os aumentos anuais (nos salários) continuam, o crescimento do consumo é suprimido quando comparado com o crescimento da renda”, disse um funcionário do Escritório do Gabinete após a divulgação do relatório. A economia japonesa cresceu a uma taxa anualizada de 2,8%, mais do que o esperado, no trimestre de outubro a dezembro, devido aos ganhos nos gastos das empresas e a um aumento inesperado no consumo, segundo dados do Produto Interno Bruto (PIB) divulgados esta semana. (Reuters)

update 8h23

Vale (VALE3) divulga resultado do 4T nesta quarta: quais as expectativas do mercado?

A projeção média do consenso Lseg é de um lucro líquido de US$ 1,947 bilhão no 4T.

update 8h20

China condena “choques tarifários” de Trump na OMC; EUA revidam

A China condenou as tarifas anunciadas ou ameaçadas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em uma reunião da Organização Mundial do Comércio (OMC) na terça-feira, alertando que tais “choques tarifários” ameaçam derrubar o sistema de comércio global e arriscam causar uma recessão global. Trump anunciou tarifas abrangentes de 10% sobre todas as importações chinesas, o que levou Pequim a responder com tarifas retaliatórias e a entrar com uma contestação na OMC contra Washington, no que pode ser um teste inicial da postura de Trump em relação à instituição. “Esses ‘choques tarifários’ aumentam a incerteza econômica, desorganizam o comércio global e arriscam causar inflação doméstica, distorção do mercado ou até mesmo recessão global”, disse o embaixador da China na OMC, Li Chenggang, em uma reunião a portas fechadas do órgão de comércio global, de acordo com um comunicado enviado à Reuters. “Pior ainda, o unilateralismo dos EUA ameaça derrubar o sistema de comércio multilateral baseado em regras.” O enviado dos EUA, David Bisbee, respondeu às críticas, chamando a economia da China de “sistema econômico predatório e não mercantil”. (Reuters)

update 8h20

Trump diz que introduzirá tarifas de 25% sobre automóveis, produtos farmacêuticos e chips

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta terça-feira que pretende impor tarifas sobre automóveis “em torno de 25%” e taxas de importações semelhantes sobre semicondutores e produtos farmacêuticos, a mais recente de uma série de medidas que ameaçam abalar o comércio internacional. Na sexta-feira, Trump disse que as tarifas sobre automóveis seriam aplicadas em 2 de abril, um dia depois que os membros de seu gabinete entregarem relatórios a ele, delineando opções para uma série de tarifas de importação, à medida que ele procura reformular o comércio global. Trump há muito tempo aponta para o que ele chama de tratamento injusto das exportações automotivas dos EUA em mercados estrangeiros. A União Europeia, por exemplo, cobra uma tarifa de 10% sobre as importações de veículos, quatro vezes mais do que a tarifa de 2,5% dos carros de passeio dos EUA. Os EUA, no entanto, cobram uma tarifa de 25% sobre as picapes importadas de outros países que não o México e o Canadá, um imposto que torna os veículos altamente lucrativos para as montadoras de Detroit. (Reuters)

update 8h17

China divulga plano de ação para estabilizar capital estrangeiro

A China publicou nesta quarta-feira um plano de ação para estabilizar o investimento estrangeiro, incluindo permissão para que empresas de investimento estrangeiro usem empréstimos nacionais para ações. O plano, elaborado pelo Ministério do Comércio e pelo órgão de planejamento econômico, disse que o investimento estrangeiro desempenhou um papel fundamental no desenvolvimento das “novas forças produtivas” e na “modernização do estilo chinês”, de acordo com o documento do plano. A China também promoverá a abertura do campo biofarmacêutico e incentivará o investimento estrangeiro nos setores de criação de gado, produção de equipamentos de alimentação, ração e medicamentos veterinários. O investimento estrangeiro direto no país encolheu 27,1% no ano passado na comparação anual. (Reuters)

update 8h16

Lula se reúne com ministros e premiê português

O presidente Lula inicia sua agenda às 9h com uma reunião no Palácio do Planalto com o ministro da Secretaria de Comunicação Social, Sidônio Palmeira. Às 9h30, participa da cerimônia de chegada do primeiro-ministro de Portugal, Luís Montenegro. Em seguida, às 9h50, tem uma reunião bilateral com o premiê português. Às 10h50, Lula e Luís Montenegro comandam a XIV Cimeira Brasil-Portugal. Na sequência, às 12h10, ocorre a cerimônia de assinatura de atos. Às 13h30, o presidente e a primeira-dama, Janja Lula da Silva, oferecem um almoço ao primeiro-ministro português no Palácio Itamaraty. No período da tarde, às 15h, Lula se reúne com o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho. Por fim, às 16h, tem encontro com o chefe do Gabinete Pessoal da Presidência, Marco Aurélio Marcola, e com o chefe de Gabinete Adjunto de Agenda, Oswaldo Malatesta. O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, inicia sua agenda nesta quarta-feira com uma reunião das 10h às 11h com representantes da Frente Parlamentar pelo Livre Mercado, do Instituto Livre Mercado e da Associação Brasileira da Criptoeconomia (ABCripto). À tarde, das 14h às 17h, ele participa da segunda sessão da 60ª reunião do Comitê de Estabilidade Financeira (Comef). À noite, das 19h às 21h, Galípolo comparece à Recepção em Celebração ao Aniversário do Imperador do Japão, em Brasília. Todas as agendas são fechadas à imprensa.

update 8h14

PGR denuncia Bolsonaro por tentativa de golpe de Estado

A Procuradoria-Geral da República (PGR) denunciou nesta terça-feira o ex-presidente Jair Bolsonaro ao Supremo Tribunal Federal (STF) por tentativa de golpe de Estado. A denúncia encaminhada ao Supremo pela PGR lista 34 pessoas acusados de envolvimento em atos contra o estado democrático de direito. Caberá agora ao Supremo decidir se aceita a acusação e torna Bolsonaro réu pelos crimes apontados pela PGR, ou se arquiva a denúncia feita pelo chefe do Ministério Público Federal, Paulo Gonet.

update 8h13

Oi (OIBR3) fecha acordo para venda de unidade de TV por assinatura por até R$ 30 mi

R$ 10 milhões serão pagos até 60 dias após a data do fechamento da transação e um pagamento variável (Earn-out) de até R$ 20 milhões.

update 8h10

Inflação do Reino Unido acelera mais que o esperado em janeiro e testa cenário do BC

A inflação no Reino Unido acelerou mais do que o esperado em janeiro, atingindo a máxima em 10 meses de 3,0%, e deve aumentar ainda mais em breve, testando a confiança do Banco da Inglaterra de que as pressões dos preços diminuirão no longo prazo. O Banco da Inglaterra e economistas consultados pela Reuters esperavam que a inflação aumentasse menos, para 2,8%, após a leitura de dezembro de 2,5%. O Escritório para Estatísticas Nacionais disse que o aumento em janeiro foi impulsionado, em grande parte, por uma queda menor do que o normal nas tarifas aéreas naquele mês – um componente volátil que empurrou a inflação para baixo em dezembro – e pelo aumento nos preços dos combustíveis automotivos. Os preços dos alimentos também subiram, enquanto outro fator foi o aumento das mensalidades de escolas particulares após a decisão do governo do primeiro-ministro Keir Starmer de cobrar imposto sobre valor agregado sobre elas.

update 8h10

Barris de petróleo sobem e minério de ferro ganh mais de 1%

Os preços do petróleo sobem em meio a interrupções no fornecimento de petróleo nos EUA e na Rússia, enquanto os mercados aguardam clareza sobre as negociações de paz na Ucrânia.As cotações do minério de ferro na China fecharam em alta, ajudadas pelas expectativas de melhora na demanda da China.

  • Petróleo WTI, +0,63%, a US$ 72,30 o barril
  • Petróleo Brent, +0,54%, a US$ 76,24 o barril
  • Minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, +1,48%, a 820,50 iuanes (US$ 112,71)
update 8h08

Mercados da Europa operam na maioria em queda

Os mercados europeus operam na maioria em queda, com investidores avaliando diversos relatórios de lucros e uma inflação no Reino Unido mais alta do que o esperado. Os resultados divulgados nesta quarta-feira incluem os da BAE Systems, Glencore, Rio Tinto, Philips e Carrefour. O HSBC reportou um lucro anual antes de impostos de US$ 32,31 bilhões, ligeiramente abaixo das estimativas dos analistas, devido a uma queda de US$ 3,1 bilhões na receita líquida de juros em relação ao ano anterior. A inflação do Reino Unido subiu para 3% em janeiro, acima da previsão de 2,8% em uma pesquisa da Reuters. A inflação subjacente, que exclui preços de energia, alimentos, álcool e tabaco, atingiu 3,7%, acima dos 3,2% registrados no mês anterior, marcando a maior taxa desde abril de 2024.

  • FTSE 100 (Reino Unido): -0,29%
  • DAX (Alemanha): -0,53%
  • CAC 40 (França): -0,62%
  • FTSE MIB (Itália): +0,03%
  • STOXX 600: -0,35%
update 8h04

Bolsas da Ásia fecham dia na maioria em queda

Os mercados da Ásia-Pacífico fecharam majoritariamente em baixa, em meio às crescentes tensões comerciais e incertezas geopolíticas. O presidente dos EUA, Donald Trump, propôs tarifas de 25% sobre automóveis, semicondutores e importações farmacêuticas. Já o Banco Central da Nova Zelândia reduziu as taxas em 50 pontos-base, para 3,75%, conforme previsto pela Reuters. Este é o quarto corte consecutivo do banco central, refletindo a desaceleração da economia.

  • Shanghai SE (China), +0,81%
  • Nikkei (Japão): -0,27%
  • Hang Seng Index (Hong Kong): -0,14%
  • Kospi (Coreia do Sul): +1,70%
  • ASX 200 (Austrália): -0,73%
update 8h03

EUA: índices futuros têm leves perdas

Os índices futuros dos EUA operam em queda nesta quarta-feira (19), após o S&P 500 atingir um novo recorde na véspera, apesar das preocupações em torno da inflação persistente e das políticas comerciais do presidente Donald Trump. O índice tem sido negociado perto de seu recorde desde o início do ano. Os investidores estarão atentos a divulgação da ata da reunião do Comitê Federal de Mercado Aberto (FOMC) do final de janeiro, que deve oferecer aos investidores pistas sobre as perspectivas para as taxas de juros por lá. A minuta será analisada em busca de comentários sobre o impacto do aumento de tarifas na inflação e nos gastos.

  • Dow Jones Futuro: -0,12%
  • S&P 500 Futuro: -0,09%
  • Nasdaq Futuro: -0,07%
update 8h01

Abertura de mercados

Investidores ponderam nesta quarta-feira sobre os efeitos do novo anúncio tarifário do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, enquanto aguardam a divulgação da ata da mais recente reunião do Federal Reserve e, no Brasil, uma série de balanços corporativos do quarto trimestre. Trump afirmou na véspera que pretende impor tarifas sobre automóveis “em torno de 25%” e taxas de importações semelhantes sobre semicondutores e produtos farmacêuticos, acrescentando que as tarifas sobre automóveis serão aplicadas em 2 de abril. Ele não forneceu uma data para o anúncio das outras medidas. Durante a tarde, os investidores voltarão suas atenções para a ata da reunião de janeiro do Fed, a ser divulgada às 16h (horário de Brasília), em busca de indícios sobre como as autoridades viam as novas políticas comerciais do governo Trump em um encontro em que deixaram a taxa de juros inalterada. Na cena doméstica, o dia tem como destaque a publicação dos resultados trimestrais de diversas empresas após o fechamento dos mercados, incluindo Assaí (ASAI3), Banco do Brasil (BBSA3), Gerdau (GGBR4) e Vale (VALE3). Na agenda política, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva receberá nesta quarta, em Brasília, o primeiro-ministro de Portugal, Luís Montenegro, que realiza visita oficial, um dia após também encontrar o presidente português, Marcelo Rebelo de Sousa. No noticiário nacional, os veículos devem repercutir a decisão da Procuradoria-Geral da República de denunciar o ex-presidente Jair Bolsonaro por tentativa de golpe de Estado e outros crimes relacionados à sua tentativa de permanecer no poder após a derrota na eleição presidencial de 2022. (Reuters)

update 7h54

Principais índices em Nova York terminaram a terça-feira com ganhos curtos

Investidores em Wall Street voltaram do feriado de ontem sem muito gatilho. “No geral, o mercado ainda está tentando sair da consolidação em que está desde o início de dezembro”, disse à CNBC Chris Larkin, diretor administrativo de negociação e investimento na E-Trade do Morgan Stanley. “Esta semana começa a parte de varejo da temporada de balanços, mas as notícias de Washington, especialmente na frente tarifária, podem continuar a ser um curinga para os mercados”.

Dia (%) Pontos
Dow Jones 0,02 44.556,34
S&P 500 0,24 6.129,58
Nasdaq 0,07 20.041,26
update 7h52

DIs: juros futuros fecharam sessão de ontem de forma mista

Taxa (%) Variação (pp)
DI1F26 14,675 0,010
DI1F27 14,560 -0,015
DI1F28 14,355 -0,005
DI1F29 14,315 0,000
DI1F31 14,310 0,000
DI1F33 14,250 0,000
DI1F35 14,190 -0,010
update 7h50

Dólar comercial terminou ontem com baixa de 0,41%

O dólar voltou a descer diante do real, após a alta de ontem. O movimento foi na contramão da divisa norte-americana no resto do planeta, que na comparação com as principais moedas do mundo fez o índice DXY ficou em alta de 0,42%, aos 107,02 pontos.

  • Venda: R$ 5,689
  • Compra: R$ 5,688
  • Mínima: R$ 5,675
  • Máxima: R$ 5,724
update 7h48

Maiores baixas, altas e mais negociadas de ontem

Maiores baixas

Dia (%) Valor (R$)
PCAR3 -6,69 2,93
ASAI3 -5,78 7,33
LWSA3 -4,62 3,30
SLCE3 -3,94 18,28
MGLU3 -3,52 7,68

Maiores altas

Dia (%) Valor (R$)
BBSE3 4,47 39,70
BEEF3 2,79 4,79
AZZA3 2,56 32,81
SMTO3 2,38 23,19
HYPE3 1,89 20,50

Mais negociadas

Negócios Dia (%)
PETR4 75.061 1,83
ITSA4 68.136 -0,54
ITUB4 63.385 -0,32
HAPV3 48.039 -2,76
BBAS3 44.311 0,99
update 7h45

Ibovespa fechou ontem com baixa de 0,02%, aos 128.531,71 pontos

  • Máxima: 129.293,71
  • Mínima: 128.012,49
  • Diferença para a abertura: -20,42 pontos
  • Volume: R$ 22,90 bilhões

Confira a evolução do IBOV durante a semana, mês e ano:

  • Segunda-feira (17): +0,26%
  • Terça-feira (18): -0,02%
  • Semana: +0,24%
  • Fevereiro: +1,90%
  • 1T25: +6,86%
  • 2025: +6,86%

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