Em vídeo, Amanda Kimberlly explica decisão de não batizar Helena, sua filha com Neymar Jr: “Respeito todas as religiões”

Nesta terça-feira, dia 25 de fevereiro, a influenciadora e modelo Amanda Kimberlly, de 31 anos, usou sua conta no Instagram para explicar o motivo pelo qual não irá batizar Helena, de 7 meses, sua filha com o jogador Neymar Jr, 33.

Tudo começou quando, através dos stories, um internauta perguntou se a menina teria um batizado. Amanda, que é evangélica, respondeu dizendo que a filha seria apenas apresentada na igreja.

Com a repercussão da declaração, a modelo resolveu gravar uma sequência de vídeos para explicar sua decisão. “Eu vim esclarecer essa questão do batismo e da apresentação da Helena. Gente, pelo amor de Deus, eu respeito todas as religiões”, começou.

“Eu sou batizada na igreja católica, foi a primeira religião que me foi apresentada quando nasci. A minha vó de criação era católica. Ela me batizou na igreja católica, eu tenho duas madrinhas, fiz catequese… Mas, com o passar dos anos, eu fui tendo curiosidades sobre outras religiões”, revelou.

“Na minha família tem grupos e grupos de religiões. Então eu fui indo um pouco com um, um pouco com outro, e fui conhecendo outras opções. E eu fui apresentada à igreja evangélica por uma amiga de infância e ali eu me encontrei de uma forma muito especial. Eu me batizei em 2009”, disse.

“A minha mãe frequenta a Congregação, eu também frequentei. Eu tenho o hábito ainda, quando vou fazer minhas orações, de ajoelhar, eu uso o véu. Eu acho que é uma cultura muito bonita dentro da Congregação usar o véu para orar, é uma opinião minha”.

Na sequência, Amanda falou que Helena poderá escolher o caminho que decidir quando estiver mais velha. “Não tem que haver essa coisa de ‘essa é melhor’. Por escolha minha, eu vou apresentar a Helena. Quando ela tiver entendimento, idade, e ela sentir confortável e a vontade dela for de se batizar em uma determinada religião, ela vai fazer isso por ela”, afirmou.

“Eu acho que isso é uma escolha muito única de cada pessoa. Na minha família, cada um vai para uma religião. Eu tenho uma irmã mais nova que é católica, quando ela vai na missa, ela me convida e eu vou. Quando a minha mãe vai na Congregação e me convida, eu vou. Assim como minhas outras irmãs estão no culto evangélico e eu vou”.

E completou: “Eu vou onde eu me sinta bem porque o único propósito de eu frequentar esses lugares é para falar com Deus. Falo com ele todos os dias dentro da minha casa e eu acho que não é placa de igreja que vai definir a minha fé nele e nem a sua. Acho que você tem que ir onde você se sinta bem”, finalizou.

View this post on Instagram

A post shared by Segue a Cami (@segueacami)

Adicionar aos favoritos o Link permanente.