Cappelli questiona metodologia de nova pesquisa Quaest: “Não tem ninguém bobo”

Ricardo Cappelli, presidente da ABDI (Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial). Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

Ricardo Cappelli, presidente da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), criticou a pesquisa Quaest divulgada nesta quarta (26) e questionou Felipe Nunes, diretor do instituto, sobre a metodologia do levantamento.

A pesquisa apontou, por exemplo, que Lula venceria o segundo turno das eleições de 2026 na Bahia e em Pernambuco, perderia no Paraná e no Rio Grande do Sul e teria empates técnicos ou derrotas em São Paulo e Minas Gerais.

A pesquisa testou confrontos entre Lula e o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União), o empresário Pablo Marçal (PRTB) e Gusttavo Lima (sem partido).

Bolsonaro e Marçal estão inelegíveis e foram ouvidos eleitores de apenas seis estados: Bahia, Goiás, Minas Gerais, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e São Paulo. Por isso, Cappelli questiona a metodologia do levantamento.

“Perguntas sinceras ao Felipe Nunes, da Quaest: pesquisa em alguns estados apenas reproduz o cenário nacional? Se não, quem escolheu estes estados? Quem pagou a pesquisa?”, questionou o presidente da ABDI por meio do X (ex-Twitter).

Ele aponta que não está negando os resultados da pesquisa, mas quer saber os interesses por trás dela. “Não se trata de negacionismo, mas não tem ninguém bobo, e não existe almoço grátis”, completou.

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