Hugo Motta defende o Brasil contra tarifaço de Trump e se senta ao lado de Moraes em cerimônia

Alexandre de Moraes e Hugo Motta sentados lado a lado
O ministro Alexandre de Moraes e o deputado Hugo Motta em cerimônia – Reprodução/Metrópoles

Na tarde desta quarta-feira (1º), o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos), usou as redes sociais para se manifestar a respeito da ameaça de tarifaço ao Brasil, vinda do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Para o deputado federal, situações como essa devem ensinar que nas horas mais importantes o país não pode estar dividido entre esquerda e direita.

“Este episódio entre EUA e Brasil deve nos ensinar, definitivamente, que nas horas mais importantes não existe um Brasil de esquerda ou um Brasil de direita. Existe apenas o povo brasileiro. E nós, representantes do povo, temos de ter a capacidade de defender o povo acima de nossas diferenças, pois é isso que esperam de nós. Que pensemos diferente, sim. Mas não quando nosso povo está ameaçado”, iniciou.

Em texto compartilhado no X/Twitter, Motta seguiu: “Quando o brasileiro pode correr qualquer tipo de perigo, temos de nos unir porque antes de tudo, acima de tudo, está o povo e tudo fica menor quando a referência é o povo”.

“Ninguém é dono do povo e ninguém pode falar por ele. Não é hora de seguirmos ninguém, mas de agirmos com desprendimento político, sem qualquer tipo de mesquinhez e agir com altivez, mas sem falsos heroísmos”, escreveu o presidente da Câmara.

Por fim, o parlamentar concluiu: “É hora de equilíbrio, de pragmatismo e de buscarmos acertar e não nos desviarmos para o erro fácil. O povo espera de nós responsabilidade e lealdade. E iremos cumprir o nosso dever”.

Horas após a postagem, Hugo Motta se sentou ao lado do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), na sede do Congresso Nacional. O magistrado esteve no Salão Negro para a cerimônia de um livro organizado pelo ex-presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD).

Além de Moraes, também estiveram no evento o atual presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União), e o ministro Flávio Dino.

Parlamentares de oposição que estavam na Casa preferiram não comparecer à cerimônia e seguiram no plenário fazendo pressão em uma tentativa de pautar um requerimento de urgência que levaria o PL da Anistia para ser votado diretamente, sem passar pelas comissões.

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