
Os remédios devem ficar até 5,06% mais caros a partir de abril, segundo definido pela Câmara de Regulação de Medicamentos (CMED). O reajuste dos preços de medicamentos passa a valer a partir desta segunda-feira (31).
Esse percentual atua como um teto para as farmacêuticas, baseada na inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) dos últimos 12 meses.
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O reajuste anual dos medicamentos é definido a partir da inflação, com a dedução da produtividade da indústria farmacêutica e a inclusão de custos de produção que o IPCA não abrange, como variação cambial e oscilações no preço de insumos.
A concorrência no mercado também influencia esses reajustes. Medicamentos com maior oferta, como genéricos e similares sem patente, tendem a ter aumentos menores devido à competitividade dos preços. Já os patenteados ou com poucas alternativas disponíveis podem sofrer reajustes maiores.
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Como economizar na hora de comprar remédios?
Com o aumento dos preços, economizar acaba sendo a prioridade número um. Por isso, dependendo do medicamento, vale a pena comprar genéricos ou biossimilares, que são versões mais baratas com o mesmo nível de eficácia.
Além disso, há programas do governo que podem ser utilizados para economizar, como o Farmácia Popular. Vale frisar que os postos de saúde também possuem remédios que são distribuídos gratuitamente pelo SUS.
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Comparar preços entre farmácias e comprar os remédios em grandes quantidades pode valer a pena, para conseguir bons descontos e promoções. Porém, é necessário verificar se a validade dos medicamentos está próxima.
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